Bom, quando eu fazia o cursinho pré-vestibular, a professora de redação pegava muito no pé pra gente nunca começar um texto desta forma, com a palavra “Bom” seguida de vírgula. Por muito tempo evitei fazer isso, e consegui crescer na vida, fiz uma boa faculdade, me tornei um bom profissional. Contudo, devem existir muitas pessoas que me compreenderão, tudo isso é muito frustrante. Você se torna velho e se vê obrigado a deixar um pouco aquela irreverência adolescente bem escondida por detrás de uma máscara de profissional conceituado. Vai se foder! Por isso que eu comecei esse texto dessa forma. Aqui eu quero que se foda essa máscara de profissional sério e conceituado. E foda-se também aquela professora filha da puta.
Pois bem, vamos começar do começo. Eu não sou o Seu Bosso de verdade. Ohhhhh! Puta que pariu, o cara criou um “fake”... Ohhhhh! Esse cara é um covarde, não tem coragem de mostrar a cara. E se você pensou isso, foda-se você também.
Vamos fazer que nem o velho Jéque Estripador, vamos por partes. Quem era o Seu Bosso. O Seu Bosso foi meu professor de matemática por alguns anos, durante o primeiro e segundo grau. É, sou das antigas, esse negócio de ensino fundamental e ensino médio é coisa de criancinha café com leite. O Seu Bosso, apesar de lecionar a matéria mais lazarenta da escola, era uma pessoa que conseguia mostrar grande autoridade, sem perder a irreverência e sem deixar de ser um puta cara gente fina. Quando pegava a gente colando na prova ele passava um sermão de uns 15 minutos... e se repetia umas 4 ou 5 vezes. E ele era muito caricato, apesar de tanto tempo as expressões faciais dele estão até hoje em minha mente, parece que ele está na minha frente passando o sermão. E sempre que eu lembro eu dou muita risada. Além disso, o nome dele é gozado pra caralho! “Seu Bosso”... puta merda, eu dou risada só de lembrar esse nome. Resolvi então ser o New Seu Bosso. Não pedi pra ele... aliás, nem sei se ele ainda vive entre nós.
Quanto a mim, bem, sou um cara do sexo masculino, 30 anos já vividos e completos. Curto muito música, de tudo, mas principalmente uns roques. Curto filme, curto churrasco, curto cerveja, curto mulher, curto futebol, sou um típico seguidor do Homer Simpson’s lifestyle. Apesar de idolatrar as mulheres como seres superiores, afinal, coisa tão bela não deve ser do mesmo patamar desse negócio escroto que são os homens, aliás, não sei nem como que elas conseguem gostar destes seres asquerosos que somos nós, homens... enfim, apesar de idolatrar as mulheres, há muito tempo só tenho uma e sim, sou fiel a ela. Estudei a vida toda em escola pública, fiz um ano de cursinho pré-vestibular, passei numa universidade estadual, estudei que nem um filho da puta, bebi que nem um filho da puta, festei que nem um filho da puta, me fodi pra caralho como estagiário, paguei pra trabalhar, comprei um carro velho, e hoje eu tenho um emprego estável numa empresa forte no seu ramo. Com tudo isso, como disse anteriormente, a pessoa acaba se vendo obrigada a ver bem o que faz. Porra, se o meu chefe ler uma merda de um texto desse e souber que sou eu, eu to fudido! Então foda-se, agora eu sou o Seu Bosso e foda-se qualquer julgamento a respeito disso. Aliás, eu acho que ninguém nem vai ler essas merdas desses textos mesmo, mas por via das dúvidas né... vaaaai que por uma cagada esta merda vira febre nacional hahahaha... afinal, já tem tanta merda fazendo sucesso mesmo, um a mais ou um a menos não ia mudar muita coisa. Mas se acontecer, eu quero grana. Outro dia vi algumas pessoas crucificando o João Gordo, dos Ratos de Porão, por ser hipócrita e ter ido trabalhar na rede de televisão da IURD. Ah véio, só quem já sofreu por falta de grana é que sabe como é que é... que se foda tudo. Muito bonito o bacana ali do condomínio fechado vir falar que dinheiro não quer dizer nada, o que vale é a integridade moral. Que se foda... se a Chucha me chamasse pra ser paquito naquela bosta de programa dela eu ia e que se foda. Botava até aquele chapeuzinho idiota por grana.
Mas voltando um pouco o assunto. Outro dia eu estava tomando umas cervejas com uns amigos, e, pra variar, falando abobrinha. E é muito gostoso isso. Foi então que um amigo meu me disse “cara, a gente tinha que escrever um livro com essas bostas que a gente fala”. Aí eu dei uma pesquisada, de leve porque dá uma preguiça fudida de ficar pesquisando, sobre esse lance de livro. Meu, maior função, achei que não rolava. Aí como eu acompanho alguns “brógues”, tive essa imbecil idéia de fazer isso aqui. E é isso, sei lá o que eu vou postar aqui, e foda-se também. O dia que eu achar que dá pra postar alguma coisa eu posto, independente do que seja. O foda é que se alguém que me conhece ler o que eu escrevo, com certeza vai sacar que sou eu. Mas que se foda.
Será que se eu quiser, eu consigo editar esse texto depois? Ah! Mas que se foda também.

kkkkkkkkkkkkkkkk Muito boom !
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